

Bolívia e Peru, como podemos ser tão distantes desses países tão lindos e impressionantes.
Nossa viajem foi tão especial, tão mágica que palavras se tornam apenas símbolos, nessa imensidão de sentimentos e sensações que invadem meu corpo, morada de minha alma, quando penso nas pessoas, nas culturas e na história desse povo, que ainda preserva a maneira de plantar, colher e cultivar a terra como os Incas e os povos pré-colombianos.
Como educadora a oportunidade de ver uma escola no lado norte de Isla del Sol ensaiando para uma apresentação musical, crianças e adolescentes tocando flautas tão própria daquele povo, pisar na neve, no deserto de sal, comer Pollo, Chocro com Queso, Pizza de Ramon, e viver o dia-a-dia de uma sociedade que a arte faz parte do seu cotidiano, viver de arte não é ser excêntrico é ser descendente de Los Incas, ser Cuzquenho, acordar e dormir no meio de cores e tecidos, e quando ver um gringo " Compra me, compra me".
Li uma vez que quando se vai a Bolívia ela nunca mais será mesma. Permisso, não é a Bolívia mas sim somos nós, eu nunca mais serei a mesma, nunca mais passara despercebido tudo o que se refere a esses dois países que me ofereceram tanto conhecimento e amizades, a energia Inca, os encontros únicos e momentos que ficarão eternos dentro da minha alma.
Viva a Pachamama, Macchu Picchu, viva o povo sul americano, viva a vida e a esperança de um dia poder voltar.
Nossa viajem foi tão especial, tão mágica que palavras se tornam apenas símbolos, nessa imensidão de sentimentos e sensações que invadem meu corpo, morada de minha alma, quando penso nas pessoas, nas culturas e na história desse povo, que ainda preserva a maneira de plantar, colher e cultivar a terra como os Incas e os povos pré-colombianos.
Como educadora a oportunidade de ver uma escola no lado norte de Isla del Sol ensaiando para uma apresentação musical, crianças e adolescentes tocando flautas tão própria daquele povo, pisar na neve, no deserto de sal, comer Pollo, Chocro com Queso, Pizza de Ramon, e viver o dia-a-dia de uma sociedade que a arte faz parte do seu cotidiano, viver de arte não é ser excêntrico é ser descendente de Los Incas, ser Cuzquenho, acordar e dormir no meio de cores e tecidos, e quando ver um gringo " Compra me, compra me".
Li uma vez que quando se vai a Bolívia ela nunca mais será mesma. Permisso, não é a Bolívia mas sim somos nós, eu nunca mais serei a mesma, nunca mais passara despercebido tudo o que se refere a esses dois países que me ofereceram tanto conhecimento e amizades, a energia Inca, os encontros únicos e momentos que ficarão eternos dentro da minha alma.
Viva a Pachamama, Macchu Picchu, viva o povo sul americano, viva a vida e a esperança de um dia poder voltar.
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