Dança, dança, dança.
Que envolve, que trança, cai e balança. Que ama, que cria, que cansa, que encanta.
Quem nunca quis voltar a ser criança para poder saltar no sofá, pular na cama, rolar no chão, ser apenas quem é naquele momento, naquele segundo, naquele pulso presente que não possibilita retorno.
A dança de hoje nunca será a de ontem.
A dança de hoje percorre o tempo, se segura no espaço e compreende que dançar é sempre neste momento.
Dançar é escrever com o corpo aquilo que as palavras não conseguem expressar, aquilo que a alma só consegue corporificar.
Dancemos hoje, dancemos sempre!

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